O Instituto Rildo Lasmar foi fundado em 1997 pelo Dr. Rildo Lasmar.

Oferecendo uma visão mais humanizada em todos os procedimentos clínicos, O Instituto Rildo Lasmar se destacou ao longo de sua trajetória por manter-se atualizado quanto a novos conhecimentos, e também na utilização de tecnologia de ponta produzindo resultados surpreendentes nas restaurações estéticas, nos procedimentos ortodônticos, na implantodontia, cirurgia bucomaxilofacial e clinica geral.
Além de um completo centro cirúrgico equipado com os mais avançados equipamentos e um corpo clínico renomado, com profissionais especializados, o Instituto conta ainda com uma estrutura planejada para promover conforto, inspirar beleza e arte estando conectandos aos conceitos de visagismo aplicados a odontologia, promovendo equilíbrio entre a estética e a personalidade de cada paciente, o resultado são sorrisos personalizados e em perfeita harmonia com a imagem individual que o paciente quer projetar.

ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES

A Ortopedia Funcional dos Maxilares (OFM) vista através da Reabilitação Neuro-Oclusal (RNO) é uma proposta de trabalho reconhecida mundialmente, que procura direcionar o crescimento e desenvolvimento das bases ósseas maxilares, proporcionando uma harmonia facial e equilíbrio das funções que a boca exerce, como: respiração, deglutição, mastigação, fonoarticulação (fala), relacionadas à postura crânio cervical.meu ip

É a especialidade da Odontologia que soluciona desequilíbrios ósseos, musculares e de funcionamento dos maxilares; alinhamento dos dentes e problemas da articulação temporomandibular.

O Instututo Rildo Lasmar realiza o tratamento sem causar dor ou desconforto ao cliente, executando sem extração de dentes, através do uso de aparelhos e ajustes oclusais.meu ip


Disfunção Temporomandibular (DTM) e Dor Orofacial

Dentes tortos não afetam apenas a estética. Ao estarem posicionados incorretamente, os movimentos da mastigação ficam desequilibrados. Esse mau funcionamento da engrenagem ocasiona dores crônicas de cabeça, na nuca, no pescoço e até nas costas.

O problema pode complicar ainda mais se houver algum desvio na posição da Articulação Temporomandibular (ATM). A coordenação da abertura e do fechamento da mandíbula parece algo muito simples, mas por trás de movimentos tão naturais, existe um complexo sincronismo de grupos musculares, articulações, ossos, ligamentos e da arcada dentária.

O desequilíbrio desse sistema acarreta uma série de outros problemas: estalos ao bocejar ou mastigar, dificuldade para abrir amplamente a boca, rangidos ao morder, enxaqueca crônica e dores com irradiação até no ouvido.

É muito comum pessoas relatarem esses problemas por anos a fio, apesar de terem usado placas de mordidas e passado por tratamentos de diversas outras especialidades. Em muitos casos, há alívio temporário, mas as dores voltam novamente porque não houve correção das patologias.

Para tratar da DTM e de todos os seus problemas correlacionados, inclusive casos de fibromialgia e bruxismo (ranger dos dentes), indica-se o reposicionamento das articulações temporomandibulares (ATMs)v e correção da Dimensão Vertical de Oclusão (DVO) – o sistema que envolve a mordida.

Patologias da respiração bucal e da mastigação unilateral

Durante a respiração nasal, o ar que vai para os pulmões através das fossas nasais é acrescido do líquido lacrimal, que contém mais de 94 elementos químicos. Quando chega ao pulmão, ocorrem importantes trocas metabólicas, responsáveis pela produção de elementos autoimunes que dão maior resistência a alergias.

Quando uma pessoa usa a boca em vez do nariz para respirar, o líquido lacrimal escorre pelas fossas nasais, irritando a mucosa e causando rinite. E como a expiração não é nasal, secreções se acumulam nos seios paranasais.

Esse ambiente, sem a limpeza natural feita pela respiração correta, oferece condições propícias para o aparecimento de bactérias e, assim, infecções causadoras de sinusites, otites e mastoidites.

Ao ser aspirado pela boca, o ar não é umidificado, filtrado e não tem a temperatura equalizada. Isso irrita brônquios e bronquíolos, proporcionando o início de bronquites e asma brônquica.

Quando uma pessoa respira pela boca, não consegue também mastigar bilateralmente, ou seja, alternando os lados da arcada dentária, porque precisa dar espaço para o ar entrar enquanto se alimenta. Resultado: sua mastigação passa a ser unilateral.

A mastigação unilateral faz com que os músculos do pescoço, da cintura escapular (omoplata e clavícula) e da nuca se tornem hipertrofiados e encurtados. Isso ocasiona elevação do ombro do mesmo lado da mastigação, causando efeito cascata. Resultado disso ao longo dos anos: desvio postural, levando à escoliose.

Com os músculos hipertrofiados apenas de um lado, a cabeça sofre uma rotação inadequada que afeta os ossos de toda a cabeça. Esse desalinhamento leva à compressão de nervos encefálicos, que causam cefaleia (dor de cabeça) e enxaqueca crônicas.

A respiração bucal está também associada à apneia do sono. Ao dormir, a língua tem uma ptose (queda), que faz toques indesejados na área da orofaringe (parte da garganta, logo atrás da boca), causando reflexos indesejados de deglutição (engolir), responsáveis pelo aumento do tempo da parada respiratória normal.

A oxigenação cerebral se torna deficiente com a respiração bucal. Com isso, a qualidade e quantidade dos neurotransmissores cerebrais se tornam inadequadas, causando insônia.

Uma criança com respiração bucal é muitas vezes rotulada equivocadamente como portadora de déficit de atenção, por ser inquieta, dispersiva e agitada, e passa desnecessariamente a ser medicada. Mas, na verdade, é a compensação natural para que o cérebro tenha mais oxigenação. E quando ela é obrigada a ficar parada, fica sonolenta.

Tratamento com RFA

Para tratar da Disfunção Temporomandibular (DTM), dores orofaciais, respiração bucal e tudo o que ela traz de mal à saúde, é necessário primeiro fazer um exame clínico detalhado, que inclui radiografia da cabeça (perfil, frontal e panorâmica) e fotografias (boca, cabeça e corpo inteiro) para analisar todos os desvios das funções vitais da pessoa.

São prescritos também exercícios respiratórios e reabilitação dentária com implantes, uma vez que problemas de DTM, de bruxismo e de mastigação unilateral danificam ou causam perda de dentes. Em alguns casos, entram também terapias auxiliares como fisioterapia e fonoaudiologia.

Quando a terapêutica é bem executada pelo paciente, obtêm-se resultados rápidos, sendo que o tratamento da dor crônica leva cerca de seis meses.

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